Projetos

Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há 70 anos, a Fundação Dorina Nowill para Cegos dedica-se à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Uma das formas como fazem isso é por meio da produção e distribuição gratuita de livros em braille, falados e digitais acessíveis, diretamente para o público e também para cerca de 2.500 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. A Fundação oferece também, gratuitamente, serviços especializados para pessoas com deficiência visual e suas famílias, nas áreas de educação especial, reabilitação, clínica de visão subnormal e empregabilidade.

Com muita dedicação à causa, ao longo das últimas sete décadas, a Fundação Dorina Nowill produziu mais de 6 mil títulos, imprimiu mais 2 milhões de volumes em braille e mais de mil títulos neste sistema! Também foram produzidas mais de 2,7 mil obras em áudio e cerca de outros 900 títulos digitais acessíveis. Nos serviços de clínica de visão subnormal, reabilitação e educação especial, já são mais de 17 mil pessoas atendidas. A Dorina Nowill oferece, também, uma gama de serviços, como cursos, capacitações e consultorias. Por fim, mais recentemente, fundaram a DNA Editora e Soluções em Acessibilidade, empresa focada na produção e distribuição de livros e revistas acessíveis nos formatos braille, falado e Daisy, treinamentos, palestras, adequação de espaços e serviços de acessibilidade na web.

É com muito orgulho que a Indústria Gráfica Brasileira é parceira da Fundação Dorina Nowill, enquadrando-se na categoria Parceiro da Visão – Bronze.

Fundação Maria Carolina

Cuidar de crianças e jovens em situação de risco social, encaminhados pelo poder público, até que possam voltar a morar com suas famílias ou atinjam a maioridade. A instituição abriga até 40 meninos e meninas de 3 a 18 anos de idade, que recebem alimentação saudável e balanceada, vestimentas, assistência médica, odontológica e psicológica, além do carinho de toda a equipe capacitada para atendê-los. Eles estudam em escolas públicas ou, em alguns casos, com bolsa, em colégios particulares, e os mais velhos trabalham como jovens aprendizes em empresas da região. Adicionalmente, a FUNDAÇÃO extende o atendimento para crianças da comunidade local no projeto BEM CRESCER. Ele tem por objetivo atender crianças de 5 a 10 anos, após o período escolar, cujos responsáveis trabalhem fora e não tenham com quem deixá-los.

Essa é a missão da Fundação Maria Carolina.

CES – Centro de Educação para Sustentabilidade – Alphaville

Em outubro de 2008 foi inaugurado o Centro de Educação em Sustentabilidade – Alphaville. A IGB patrocinou o sistema de captação de água de chuva, tratamento do esgoto com biossistema integrado e documentários nas versões de 4, 8 e 20 minutos.
O histórico e as fases de construção do CES foram documentadas no Blog http://www.crisfundacaoalphavilleces.blogspot.com/, incluindo acessos aos documentários postados no YouTube:
Video – 9 minutos http://www.youtube.com/watch?v=jZa0wzmyDhk
Video – 4 minutos http://www.youtube.com/watch?v=QlD9Xor_nNI
Video – 20 minutos http://www.espacoliquido.com.br/cesalphaville/

Localizado no condomínio AlphaVille Burle Marx, em Santana do Parnaíba/SP, o CES tem uma área construída de 288 m2. A iniciativa é fruto da parceria entre a Fundação Alphaville, Alphaville e Urbanismo, a prefeitura de Santana do Parnaíba e o CRIS (Centro de Referências e Integração em Sustentabilidade), que integrou uma equipe multidisciplinar nas áreas de bioconstrução, manejo de água e energia renovável.
Antes e durante toda a implantação foram oferecidas oficinas sobre técnicas sustentáveis. Contamos com o apoio do GAIA EDUCATION, criado pelos profissionais de Findhorn Ecovillage ligado à ONU (Organização das Nações Unidas).
A cartilha ‘Bioconstrução Passo a Passo’ é distribuída no local. Dá referências e orienta passo a passo todos os elementos integrados na construção do Centro, que desde a sua concepção, pretende difundir os conhecimentos sobre sustentabilidade, tendo em vista a maior de todas as construções: um mundo mais equilibrado e justo para todos.” (Texto de introdução da cartilha Bioconstrução Passo a Passo, em parceria com a Fundação Alphaville e CRIS)

Mamanguá – Berçário Marinho e Reduto Tradicional de Caiçaras

A IGB apoiou através da Lei Rouanet, o livro de Paulo Nogara “Mamanguá – berçário marinho e reduto tradicional de caiçaras”, de Paulo Nogara, por sensibilizar sobre o importante desafio de conciliar desenvolvimento, tradição e preservação ambiental.

Mamanguá – berçário marinho e reduto tradicional de caiçaras (lançado em 2005)
Texto: Antonio Carlos Diegues, Diuner Mello, Paulo Nogara, Yara Schaeffer-Novelli, Ney Pinto França, Elias Fajardo.
Fotografias: Araquém Alcântara.

“A ocupação do litoral sul-fluminense foi uma grande aventura em vários ciclos econômicos que se sucederam e originaram comunidades caiçaras como a do Mamanguá, que hoje lutam para manter sua identidade e para construir um futuro comum.

No Saco do Mamanguá, a beleza está em toda a parte. Nas encostas dos morros, as matas abrigam animais silvestres. No fundo, o taboal, o mangue e o caixetal crescem nas áreas úmidas. Nos baixios de lama, caranguejos, vôngoles e camarões se desenvolvem, observados pelo atento martim-pescador e pelo ágil socó.

Nestas águas costumam entrar cardumes de peixes como a tainha e a espada, que movimentam os pescadores. O mar é o espaço fértil de onde eles tiram seu sustento, singrando as águas com suas canoas e redes artesanais.

Essa riqueza não é definitiva, e sim, algo a ser conservado e que se conquista a cada dia, a cada escolha que sobrepõe ao individual o interesse coletivo. E, nesse sentido, Mamanguá: berçário marinho e reduto tradicional de Caiçaras é um exemplo a ser seguido.” (Texto extraído da contracapa do livro)

Berço da Vida – Ninhos de Aves Brasileiras

A IGB apoiou através da Lei Rouanet, a reedição do livro de Daniel Buzzette e Silvestre Silva ” Berço da vida – ninhos de aves brasileiras” editora Terceiro Nome por ser único na divulgação da pesquisa de nidificação de nossos pássaros.

Berços da vida – ninhos de aves brasileiras
Texto: Dante Buzzetti
Fotografias: Dante Buzzetti e Silvestre Silva

“Esgotado rapidamente depois de lançado em 2005, a Terceiro Nome relança este livro em nov/ 2008. Com fotos e textos sobre a reprodução de mais de 140 aves brasileiras, o livro aborda desde os comportamentos de acasalamento, camuflagem, defesa de território e criação de filhotes, até os diferentes tipos de ninhos e os materiais com que são construídos – de teias de aranha a folhas, barro, gravetos e até mesmo clipes.

As aves fazem seus ninhos nos mais diversos lugares: em árvores, galhos, barrancos, no chão, no oco de árvores e até mesmo em postes de luz, como os pardais deste livro. Cada espécie com sua particularidade.

Há ninhos construídos e chocados apenas pelos machos, outros, pelas fêmeas, e outros, ainda, pelos casais. Há aves como o chopim que põem seus ovos em ninhos de outras aves, pegando carona na generosidade, por exemplo, do tico-tico, que choca e alimenta os pequenos chopins como se fossem seus.

Há aves como o urutau que ficam completamente camufladas quando chocam, e aves como a caturrita que constroem seus ninhos em “condomínios” onde cada casal tem seu “apartamento”.
Se a maior parte dos ninhos fica em lugares sossegados, há também as espécies que gostam mesmo é de confusão, como os guarás, as garças, os biguás e as biguatingas, que vivem em ninhais. Há, ainda, aves que, para se proteger, fazem ninhos cheios de entradas falsas e saídas de emergência, como o joão-de-pau, ou tão camuflados que se confundem com as plantas.” (Release da Editora Terceiro Nome).

Dias de Caiçara – Música

Reafirmando o respeito e a valorização às comunidades tradicionais e sua cultura, a IGB apoiou por 2 anos consecutivos (2006 e 2007), através da Lei Rouanet, a viabilização do “Dias de Caiçara – música”. Dias de Caiçara foi lançado em 2009, com textos de Vito D`Alessio e direção musical de Luis Perequê.
A seguir, release da Dialeto Latin American Documentary.
Dando continuidade ao projeto cultural “Dias de Caiçara”, chega ao público o “Caiçara CD” e o “Caiçara Documentário”, ambos apoiados pelo Ministério da Cultura – Lei de Incentivo e Fomento à Cultura.

Música

Para o caiçara, a música não é um evento isolado. Durante séculos, ela vem sendo a chave de um ritual que abre as portas de tudo que é sagrado, não apenas de religião e, sim, das coisas delicadas que regem o universo tradicional caiçara, da fé, da expectativa dos encontros, da esperança, enfim, um ato de celebração à sobrevivência.
Desta maneira, trazemos no CD Tradição um documento único que, pela primeira vez, registra com excelência técnica a música cantada pelos últimos mestres. Uma vibração que sem as circunstâncias do passado, jamais se reproduzirá nas novas gerações. Assim, mais do que o registro, apresentamos um tributo a estes artistas que trouxeram até os dias de hoje este legado encantador.
Participações dos principais mestres caiçaras, entre eles: Dito Fernandes e Dona Mocinha, Pedro Brandão e Seu Jorge, Seu Horácio e Neco, Os Coroas Cirandeiros, Os Sete Unidos e Os Caiçaras.
O CD Influências apresenta de forma eclética uma gama de manifestações musicais de uma cultura que segue viva, porém, em franca transformação. Novas gerações de artistas, reconhecidos ou iniciantes, que de uma forma direta ou indireta vêm sendo alimentadas pelo ambiente tradicional, e que mesmo criando novas linguagens continuam reproduzindo através da música toda a riqueza da cultura caiçara.
Participações especiais de Zé Gomes, Luis Perequê, Dani Lasalvia e Caco Barros. Os grupos da nova geração que participam incluem Ciranda Elétrica, O Guaruçá e Fandango Caiçara.

Documentário

O documentário inédito foi produzido a partir de imagens captadas em diversas incursões as regiões de Ubatuba, São Sebastião, Ilhabela, e Paraty. Uma abordagem dinâmica que distribui o olhar sobre as questões elementares da cultura, entre elas a fé, a roça, suas festas e músicas. Com trilha sonora desenvolvida especialmente para o trabalho dirigido por Luis Scarabel Jr.
O CD e o documentário fazem parte do projeto “Dias de Caiçara” que vem sendo produzido desde 2006 e que já conta com uma exposição multimídia realizada na Cinemateca Brasileira junto com o lançamento do livro “Dias de Caiçara – Paraty, Ubatuba, São Sebastião”. Nesta publicação, os autores Vito D’Alessio e Daniel Pascalicchio utilizam crônicas para exemplificar o modo de viver à beira mar e as peculiaridades do dia a dia caiçara.
SOBRE A DIALETO: A qualidade do padrão editorial é a marca da Dialeto Latin American Documentary (www.dialeto.com), empresa de produção cultural multimídia criada em 1995. Utilizando a multilinguagem, transforma pesquisa e conteúdo complexos em atraentes e poéticas produções de pertinência atemporal: livros, documentários para televisão, CDs e DVDs. É a única empresa do mundo especializada em documentar a América Latina, em temas relacionados à história e à realidade do continente. A Dialeto é detentora de importantes Prêmios de Comunicação, como Aberje, Prêmio Tim de Música, Jabuti entre outros.